"Engraçado como a gente se engana com as pessoas. Uma bela manhã de sol, e pum! Ele ta fora da sua vida. Ele que você jurou amar para sempre, logo ele que tinha te enchido de planos, apelidos e responsabilidades. Fazer o quê. Tudo o que começa acaba, alguém te diz. A gente se engana. Ou muda de ideia, o que parece mais aceitável principalmente para quem não vai voltar atrás. Aí se fecham as portas do elevador e você ganha as ruas, perde uns quilos, evita lugares, musicas e para tentar não lembrar que ele já não existe mais. Não naquele quarto, não naquele coração, não entre aquelas pernas, não em qualquer planos. Assim. Adeus! Saia da minha vida para sempre, por favor!
Apenas seja cordial se nos encontrarmos sem querer num bar, numa noite, numa esquina, num outro equívoco da vida que nos coloque frente a frente.
E de uma hora para outra, os bilhetes, as confissões em versos de fotos, os emails, as risadas, as histórias secretas de família, tudo vira lembrança. Maldita manhã de sol."
Escrito por: um 'broken heart'.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
"Não quero mais que isso acabe. Nunca mais, que isso acabe."
Mas acabou. Não dá maneira mais linda, muito menos da maneira mais horrorosa. Mas acabou. Não ouvirei mais a sua respiração ofegante, não sentirei mais o peso do seu corpo sobre o meu. Não vamos mais compartilhar suor e o calor das noites de quinta e de sexta-feira. Minhas mãos não irão mais percorrer o desenho do seu corpo e não haverá mais prazer continuo e insano que aprendi a sentir com você. Os gritos e gemidos acabaram, não há mais barulho algum. Não existe mais você em mim. Acabou a farra! Não somos mais amantes.
E foi cada um pro seu lado, cada um seguiu seu rumo. Sem questionamentos, é apenas o fim. Porém, antes de partir, precisava dizer que ouvir Systen of a down, Ira! e Engenheiros do Hawaii vai sempre me levar até você. Acho que essa é o única lembrança que terei atrelada as memórias.
Ninguém nunca foi tão bom o suficiente para me preencher, nunca foi tão bom a ponto de me viciar. Esse era você. Um você que se foi, e que agora não existe mais.
Talvez eu encontre alguém que seja capaz de te substituir, alguém que tenha cabelos medianos e que tenha o charme de colocá-lo para trás e para frente, de um jeito assim... peculiar. Talvez apareça alguém com o mesmo sorriso. Talvez.
Mas acabou. Não dá maneira mais linda, muito menos da maneira mais horrorosa. Mas acabou. Não ouvirei mais a sua respiração ofegante, não sentirei mais o peso do seu corpo sobre o meu. Não vamos mais compartilhar suor e o calor das noites de quinta e de sexta-feira. Minhas mãos não irão mais percorrer o desenho do seu corpo e não haverá mais prazer continuo e insano que aprendi a sentir com você. Os gritos e gemidos acabaram, não há mais barulho algum. Não existe mais você em mim. Acabou a farra! Não somos mais amantes.
E foi cada um pro seu lado, cada um seguiu seu rumo. Sem questionamentos, é apenas o fim. Porém, antes de partir, precisava dizer que ouvir Systen of a down, Ira! e Engenheiros do Hawaii vai sempre me levar até você. Acho que essa é o única lembrança que terei atrelada as memórias.
Ninguém nunca foi tão bom o suficiente para me preencher, nunca foi tão bom a ponto de me viciar. Esse era você. Um você que se foi, e que agora não existe mais.
Talvez eu encontre alguém que seja capaz de te substituir, alguém que tenha cabelos medianos e que tenha o charme de colocá-lo para trás e para frente, de um jeito assim... peculiar. Talvez apareça alguém com o mesmo sorriso. Talvez.
domingo, 25 de agosto de 2013
Vazio
Fiquei horas olhando para a frente do notebook pensando no que eu iria escrever. Na verdade eu queria falar de mim, de como eu mudei, de tudo o que aconteceu desde a última vez que eu escrevi algum texto para ser publicado.
Foi então que decidi que o mais importante seria compartilhar o que eu estou realmente sentindo lá no fundo do meu coração e a palavra certa é: vazio.
Em uma breve análise da minha vida, percebo que ganhei tudo o que realmente eu sempre quis para o futuro. É amigos, Deus foi exageradamente maravilhoso. Ganhei uma afilhada linda, entrei pra faculdade, em menos de um ano de curso já tinha um emprego e consegui trazer pra perto de mim as melhores amizades que um ser humano pode ter. Fora os bens materiais que eu agora posso comprar, mas que não vem ao caso.
Eis a questão, mesmo com tudo isso, eu ainda me sinto só e estar só significa ter os melhores amigos e não ter amor, ter dinheiro e não poder comprá-lo. Dá pra entender? Pois é, eu também não entendo.
Juro que não consigo entender em qual jogo Deus colocou essa parte da minha vida. As vezes penso que ele usa o meu coração num jogo de PinBall, no qual me permite altos e baixos até que por fim, me deixe cair no buraco. Outras vezes chego a acreditar que Deus apenas me colocou em um jogo complicado de xadrez e até hoje ainda não conseguiu alcançar uma estratégia para vencê-lo.
E é por esses e mil e outros motivos que eu decidi tentar não lutar mais contra esse vazio. Estou confiando no ditado que diz que se você não pode contra o inimigo, junte-se a ele. E é isso que eu vou fazer. O objetivo disso? Encarar o real fato de que talvez você não mereça amar. É, não mereça! Não, não é exagero. É o que parece ser real.
Vamos ler bons livros, construir uma biblioteca inteira, amar os filhos, os afilhados, a família, os amigos. Por que não viajar? Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Canadá. Tanto faz! O que não é certo é ter tudo em suas mãos e só querer amar alguém, ou querer ter tanto um amor pra vida toda em um mundo onde isso não é mais uma prioridade.
Convenhamos, nosso entendimento sobre "amar" ficou paralisado no século passado, serei ousada em dizer que, talvez eu tenha esquecido a "coisinha" que faz com que os homens se interessem por mim dentro de uma caixinha, em uma vida passada e agora não posso voltar lá para buscar.
Sofrer com isso e por isso? Não! Não dá.
Então eu convido você a parar de ter pena de si mesmo, por faltar amor alheio, para vir descobrir o amor que você realmente precisa para viver. Se isso realmente é possível eu não sei, mas eu estou aqui te estendendo a mão para que, ambos, possamos descobrir. Tô te pedindo, vem comigo! Se no final não der certo, eu e o meu coração vazio ainda estaremos aqui, com você.
É difícil eu sei, mas temos que tentar. Sempre.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
domingo, 26 de junho de 2011
Falta apenas uma hora...
Sua vida vai virar do avesso.
Seus planos estão prestes a dar certo.
Não era tudo o que você sonhava,
mas precisava disso.
Que Deus permita que,
daqui a 60 minutos sua vida seja
outra.
Novos amigos, novas conquistas, novos
amores.
E eu espero realmente que você seja feliz...
" e se não der certo lembre-se que, pra você, sempre existirá um recomeço"
sábado, 25 de junho de 2011
E se eu me reapaixonar?
E quantas vezes eu vou ter que escrever que me apaixonei por você... de novo.(?)
E que amanhã estarei apaixonada por você novamente.(?)
Certas coisas acontecem quando não deixamos um amor antigo ir embora. A continuação do fim dessa história, por exemplo. É como se fosse um ciclo vicioso. Vocês se aproximam, sorrateiramente e aparentemente sem interesse algum. "sim, seremos apenas amigos!" (como se isso realmente fosse possível). Quando eles se dão conta, já estão envolvidos de mais, "apaixonados" de mais e, como num simples piscar de olhos tudo se torna (como sempre foi, no início) bonito.
Primeiramente temos a "timidez" de um inicio de romance, (como se eles precisassem disso) muitos beijos, algumas poucas palavras carinhosas e muita, muita conversa. A vida dela ele já sabe de cor. O que ela quer, o que ela faz ... mas mesmo assim vale a pena perguntar, afinal é o início de um 'amor' de outrora.
Até que tudo chega ao seu ápice e, os dois juntos, fazem tudo o que um...casal realmente faz. Tudo mesmo(salvo algumas exceções que excluem chama-los de "namorados").
Se você fosse amigo de ambos, saberia como isso vai acabar. Ela sabe, e é por isso que hoje, a garota 'apaixonada' aproveita cada minuto que ainda resta, por que mesmo que tudo esteja dando certo (aparentemente, eu diria.), ainda sim é visível o fim.
Bom, quanto ao garoto (que se acha muito esperto) ... não há muito o que descrever. Mesmo que no início da 1º história ele tenha sido o protagonista e ela coadjuvante, hoje as coisas soam um pouco diferentes. Ele pode surgir da escuridão e terminar essa história de amor, ela também. Para ele, pode ser que tudo fique bem depois; para ela também. Não há mais aquela diferença entre eles quanto a esse romance. E tudo isso porque a garota 'reapaixonada' ficou mais realista e menos apaixonada.
E é assim que vai ser... é assim que esse fofo - ao olhar deles- casal vai prosseguir.
Mas que fique bem claro, a garota - agora mais realista- já está a espera do fim, do provável. E se o tão esperado fim vier, eu estarei aqui ajudando esta pequena e grande mulher a seguir em frente até que o grande ciclo vicioso recomece.
Enquanto isso, deixa eu me reapaixonar por você de novo? Nem que seja pela última vez?
"nós dois juntos somos a moral da história..."
Readaptado no dia 24/08/2013, dois anos depois da postagem original.
E que amanhã estarei apaixonada por você novamente.(?)
Certas coisas acontecem quando não deixamos um amor antigo ir embora. A continuação do fim dessa história, por exemplo. É como se fosse um ciclo vicioso. Vocês se aproximam, sorrateiramente e aparentemente sem interesse algum. "sim, seremos apenas amigos!" (como se isso realmente fosse possível). Quando eles se dão conta, já estão envolvidos de mais, "apaixonados" de mais e, como num simples piscar de olhos tudo se torna (como sempre foi, no início) bonito.
Primeiramente temos a "timidez" de um inicio de romance, (como se eles precisassem disso) muitos beijos, algumas poucas palavras carinhosas e muita, muita conversa. A vida dela ele já sabe de cor. O que ela quer, o que ela faz ... mas mesmo assim vale a pena perguntar, afinal é o início de um 'amor' de outrora.
Até que tudo chega ao seu ápice e, os dois juntos, fazem tudo o que um...casal realmente faz. Tudo mesmo(salvo algumas exceções que excluem chama-los de "namorados").
Se você fosse amigo de ambos, saberia como isso vai acabar. Ela sabe, e é por isso que hoje, a garota 'apaixonada' aproveita cada minuto que ainda resta, por que mesmo que tudo esteja dando certo (aparentemente, eu diria.), ainda sim é visível o fim.
Bom, quanto ao garoto (que se acha muito esperto) ... não há muito o que descrever. Mesmo que no início da 1º história ele tenha sido o protagonista e ela coadjuvante, hoje as coisas soam um pouco diferentes. Ele pode surgir da escuridão e terminar essa história de amor, ela também. Para ele, pode ser que tudo fique bem depois; para ela também. Não há mais aquela diferença entre eles quanto a esse romance. E tudo isso porque a garota 'reapaixonada' ficou mais realista e menos apaixonada.
E é assim que vai ser... é assim que esse fofo - ao olhar deles- casal vai prosseguir.
Mas que fique bem claro, a garota - agora mais realista- já está a espera do fim, do provável. E se o tão esperado fim vier, eu estarei aqui ajudando esta pequena e grande mulher a seguir em frente até que o grande ciclo vicioso recomece.
Enquanto isso, deixa eu me reapaixonar por você de novo? Nem que seja pela última vez?
"nós dois juntos somos a moral da história..."
Readaptado no dia 24/08/2013, dois anos depois da postagem original.
domingo, 22 de maio de 2011
O vazio entre nós.
O que eu pretendo dizer é que, eu estou morrendo de ódio agora. Um ódio que me possui e que implora pra que você vá embora. Embora da minha vida, ou de parte dela. Promete que se você for, não vai mais voltar? Que vai deixar meus pensamentos livres, que vai deixar meu corpo e as minhas mãos livres de você?
Olha, na verdade queria que você soubesse que esse joguinho não funciona comigo. Hoje "tudo bem". Amanhã "nem te conheço". Tudo isso se transformou em algo monótono e está ficando enfadado. Uma hora dessas, qualquer outra garota já teria desistido. Eis a questão: eu não seria essa outra garota, mas por você eu me tornei.
E eu estou dando um tempo. De nós e excepcionalmente de você.
Há um vazio entre nós. É só isso que eu sinto. É preciso que alguém se liberte. Que seja você, que seja eu. Ou nós.
O silêncio é crescente e mesmo que eu grite, nem você e nem ninguém conseguirá ouvir.
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